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Parnaíba: Vendedor de joias é sequestrado, roubado e agredido durante cobrança; Um suspeito preso

Um vendedor de joias, de 44 anos, foi sequestrado e teve as mercadorias roubadas durante uma cobrança na sexta-feira (3), na região do Morro do Carcará, em Parnaíba, litoral do Piauí. A vítima foi resgatada por equipes de inteligência da Polícia Militar enquanto era levada no próprio veículo pelos suspeitos.

Segundo a Polícia Militar, o vendedor, foi surpreendido por um grupo criminoso durante uma cobrança a clientes. Ele foi imobilizado com um golpe conhecido como “mata-leão”, colocado dentro do próprio carro e teve joias, dinheiro e outros pertences roubados.

As investigações apontam que o crime teria sido liderado por um homem identificado como Carlos Eduardo, conhecido pelo apelido de “Mineirinho”, e por sua companheira. Conforme a PM, ambos já possuem passagens pela polícia por tráfico de drogas, e o homem também é investigado por tentativa de homicídio em Minas Gerais.

Um terceiro suspeito, identificado como Francisco da Silva, de 28 anos, seria o responsável por dirigir o veículo com a vítima. Ele foi preso após o crime.

Após receber informações sobre o crime, equipes da PM localizaram e interceptaram o carro nas proximidades de um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Durante a abordagem, a vítima relatou aos policiais que estava sendo levada para um destino desconhecido.

Em seguida, os policiais realizaram diligências na residência do casal suspeito, no bairro João XXIII. No imóvel, foram apreendidos 21 panos contendo joias, R$ 500 em dinheiro, um celular Samsung, um saco com bijuterias e um facão que, segundo a PM, teria sido utilizado durante o sequestro.

De acordo com o relatório policial, Francisco afirmou que recebeu a missão de transportar a vítima até a região do Buriti, onde outros integrantes do grupo assumiriam a ação. Ele disse ainda que receberia R$ 500 pelo transporte.

Francisco foi preso e encaminhado à Central de Flagrantes. O casal e os demais suspeitos não foram localizados até o momento. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

Por Rayane Venancio/Cidade Verde


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