Bruno Henrique lembra estreia e volta a viver melhor versão no Flamengo

Quase 4 anos e 8 meses depois da estreia pelo Flamengo, Bruno Henrique voltou a brilhar contra a primeira vítima e no mesmo local.

Herói da vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, sábado (2), pelo Campeonato Brasileiro, o atacante reencontrou a melhor forma após a grave lesão no palco onde iniciou a trajetória rumo à idolatria no clube rubro-negro.

Bruno Henrique reassumiu o posto de titular absoluto no fim de julho e desde então tem três gols em Libertadores, uma assistência na semifinal da Copa do Brasil contra o Grêmio e vem sendo importante.

O jogador, vale lembrar, tem contrato somente até o final desta temporada, mas vai se credenciando cada vez mais para seguir no clube.

Em 2019, sob o comando de Abel Braga, BH estreou no Flamengo ao entrar no segundo tempo no lugar de Vitinho e precisou de 25 minutos para marcar os dois gols da virada.

Assim como no clássico de 2023, também chegou a participar de outro gol, mas o lance foi anulado. Quatro anos antes, ele tinha dado a assistência a Gabigol.

Bruno Henrique foi o maior finalizador daquela partida e chegava ao Fla naquele ano depois de um problema importante no olho, tentando reviver o melhor momento.

Em 2023, Bruno Henrique foi titular e o nome do jogo em mais um clássico. Nenhum jogador do Botafogo conseguiu parar o atacante, responsável pelos melhores lances do Flamengo.

Na saída do estádio, o jogador relembrou exatamente a coincidência entre a estreia e a importante vitória no Nilton Santos.

“Parabenizar toda a equipe, que fez um grande jogo e venceu uma grande equipe. Muito feliz de ter marcado esse belo gol. Na minha estreia em 2019, eu fiz dois, e justamente naquele gol. Hoje, fui premiado mais uma vez.

Agradecer sempre a Deus, por estar sempre comigo nos momentos importantes”, falou.

O “Rei dos Clássicos” tem no Botafogo, pela média, a segunda vítima preferida no Rio de Janeiro. São 11 jogos (oito como titular), quatro gols (três deles no Nilton Santos) e uma assistência.

O Vasco é quem mais sofre. O atacante tem nove jogos (oito como titular), sete gols e uma assistência. Contra o Fluminense, são 16 partidas (15 como titular), quatro gols e duas assistências.


Fonte: UOL/FOLHAPRESS


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