Cliente morto em barbearia não tinha antecedentes criminais e pode ter sido assassinado por engano
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pelo delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
João Paulo de Jesus Sousa, de 38 anos, vítima de homicídio em uma barbearia na zona Norte de Teresina na terça-feira (19), não possuía antecedentes criminais e, segundo as primeiras apurações, estava no local apenas como cliente.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pelo delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O proprietário do estabelecimento, Jackson Rodrigues de Sousa, de 26 anos, também foi morto a tiros. Ele tinha passagens pela polícia por posse e tráfico de drogas, além de violência doméstica.
O delegado Genival Vilela informou que há relatos de que Jackson teria sido alertado para não atender pessoas denominadas “sujas” na região, possivelmente ligadas a facções rivais.
Acredita-se que João Paulo estava “no lugar errado e na hora errada”, já que não possui histórico criminal. “A investigação está no início. Não descartamos nenhuma possibilidade. Mas as circunstâncias apontam que, infelizmente, a vítima era apenas um cliente no local”, afirma o delegado.
A polícia segue investigando se o homicídio tem relação com disputa de facção ou outros fatores. Segundo Vilela, “o barbeiro teria dito, na defesa dele na época, que não poderia ficar escolhendo quem iria cortar o cabelo. Ele cortaria cabelo de quem chegasse ao local”.
Mayrla Torres e Kelvyn Coutinho/Portal ClubeNews
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