COE vai discutir recomendação para volta do uso de máscara em Teresina

O Comitê de Operações Emergenciais (COE), da Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina, discute na sexta-feira (3) a possibilidade de recomendar o uso de máscara em locais fechados, como ocorreu na cidade de São Paulo, onde o uso do material voltou a se recomendado após o aumento de casos de Covid-19.

Algumas cidades e escolas do Brasil voltaram a recomendar o uso de máscara em locais fechados. Como se trata de uma recomendação, o uso não é obrigatório, mas tem ocorrido um reforço na importância do uso do material nessas cidades.

Segundo o presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, esse assunto vai ser alvo de discussão pelo COE em reunião que será realizada na sexta-feira (3).

“Nós tivemos uma reunião ontem do Coe, alguns estados do Brasil já estão voltando com a obrigatoriedade do uso de máscara, amanhã teremos outra reunião do Coe para avaliar essa possibilidade e eu reitero, a vacinação de reforço é uma medida a mais que evita a Covid, então vamos aproveitar que essas vacinas estão disponíveis”, destacou.

Gilberto Albuquerque afirmou que apesar do COE discutir esse assunto, a realidade de Teresina é diferente de outras cidades localizadas na região Sul e Sudeste, onde está ocorrendo esse tipo de recomendação.

Ele pontuou que os teresinenses estão se saindo bem em relação a vacinação, e que é importante aumentar a aplicação da dose de reforço, para garantir mais segurança. Na capital, 63,41% do público alvo já recebeu a primeira dose de reforço.

“É evidente que quando vem do Sul essas medidas, lá tem um fluxo maior de pessoas de fora, de outros países, que poderá chegar até nós, então vamos tomar a vacina, que está disponível nos quatro cantos da cidade”, destacou.

Sarampo e gripe

O presidente da FMS ainda pediu que os grupos alvos das campanhas de vacinação da gripe e sarampo aproveitem para se vacinar, já que nessa semana encerra a campanha.

Atualmente, crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade estão sendo vacinadas contra o sarampo, mas já é considerado baixo o número de vacinados.

“Vamos fazer essa avaliação amanhã [dos dados da vacinação], mas pelo ritmo provavelmente não [atendeu a expectativa]. Fomos excepcionais na vacinação da covid, ficamos em primeiro lugar no Brasil, mas no sarampo, parece que as pessoas não tem tão medo quanto da covid, mas lembrando a sarampo foi a doença que matou na infância dos nossos pais ou avós, se não foi mais [que a covid], então é uma doença séria e grave que pode matar, que é evitável, através da vacinação”, destacou.

Bárbara Rodrigues e Débora Radassi/Portal Cidade Verde

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