Defesa de Adélio Bispo é bancada por ‘amor ao próximo’, afirma advogado

Segundo Pedro Possa, o financiador estabeleceu em contrato que sua identidade não seria revelada.

Um dos advogados de Adélio Bispo, ex-militante do Psol que tentou assassinar o presidente Jair Bolsonaro em 2018, disse que o responsável por bancar sua defesa agiu por “amor ao próximo”. De acordo com Pedro Possa, o financiador pediu anonimato por medo de sofrer represálias da população.

“É uma pessoa ligada ao Adélio religiosamente. Não sei a identidade dela; só o doutor Muriel Zanone, que está à frente do caso, sabe”, revelou em entrevista divulgada nesta sexta-feira, 12, pelo portal UOL“Mas não há um mandante, alguém que tenha conhecimento prévio dessa ação. Somente ao saber da facada é que essa pessoa se dispôs a ajudar Adélio. É uma questão de amor ao próximo, vamos assim dizer.”

Segundo Possa, a garantia do anonimato do financiador foi concedida previamente. “Celebrou-se no contrato entre ambos, o doutor Zanone e essa pessoa, cuja identidade não seria revelada exatamente para poupá-la de sofrimento e ameaça”, explicou o advogado.

Investigação reaberta

Conforme noticiou Oeste, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu reabrir o caso da facada em Bolsonaro. A investigação do crime havia sido arquivada pela Justiça Federal de Minas Gerais em junho deste ano. A informação da reabertura do caso foi divulgada pelo advogado Frederick Wassef, que detalhou o processo em entrevista coletiva.

“Encomendaram a morte do presidente da República”, afirmou Wassef. “Adélio Bispo é um assassino profissional, que foi cooptado para assassinar Jair Bolsonaro. Ele não agiu sozinho, não é louco. Existem fortes indícios e robusto conjunto de provas de que a esquerda encomendou a morte do presidente.”

Por Revista Oeste

 

 

 

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