Homem é preso suspeito de matar morador de rua e jogar corpo em caçamba de lixo, em Teresina

Segundo a investigação do DHPP um homem e um adolescente, que teriam matado Sátiro Joanio, de 33 anos, e um outro homem teria ajudado os outros dois a esconder o corpo da vítima.

Policiais do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriram um mandado de prisão contra um homem, cujo nome não foi divulgado, suspeito de matar Sátiro Joanio Silva, de 33 anos, em maio de 2021, na Zona Norte de Teresina. O homem estava preso por outro crime, e o mandado foi cumprido em uma penitenciária do Piauí.

Segundo a investigação do DHPP, três pessoas participaram do crime: o homem e um adolescente, que teriam matado Sátiro, e um terceiro homem que teria ajudado os outros dois a esconder o corpo da vítima.

O adolescente foi apreendido em 12 de agosto de 2021 e vai responder pelo ato infracional análogo ao homicídio. O homem que teria ajudado a carregar o corpo da vítima até um contêiner foi indiciado por ocultação de cadáver e fraude processual, e vai responder pelos crimes em liberdade.

Corpo escondido em contêiner

 

Jovem encontrado morto em contêiner era morador de rua — Foto: Reprodução

Jovem encontrado morto em contêiner era morador de rua — Foto: Reprodução

De acordo com o delegado Genival Vilela, a vítima teria sido morta depois de roubar um dinheiro e fazer uma brincadeira com o adolescente.

“O adolescente confessou o ato infracional, e disse que tinha caído um dinheiro dele, e a vítima pegou, ficou debochando e não quis devolver”, disse o delegado.

Sátiro foi morto com vários golpes de faca nas costas. Duas horas depois, o corpo dele foi jogado em um contêiner usado para guardar entulhos. Sátiro era usuário de drogas, estava em situação de rua e havia sido preso por furtos.

Segundo o delegado, o assassinato foi cometido pelo homem preso e pelo adolescente. O terceiro participante do crime teria ajudado os outros dois a jogar o corpo da vítima no contêiner. Assim como a vítima, os três são usuários de drogas, mas não são moradores de rua.

Por Andrê Nascimento, g1 Piauí

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