Teresina: empresário é preso por tráfico de drogas e tem R$ 1,5 milhão bloqueados pela Justiça

A Delegacia de Prevenção e Repressão à Entorpecentes (Depre) deflagrou uma operação na manhã desta sexta-feira (30) e prendeu um empresário, que não teve seu nome revelado, suspeito de chefiar o tráfico de drogas na zona Sul de Teresina. A prisão ocorreu no bairro Parque Sul e três mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Cerca de R$ 1,5 milhão das contas do empresário também foi bloqueado pela Justiça.

De acordo com a delegada Alexandra Santos, o homem tem atuação comprovada no tráfico de drogas, inclusive sendo um braço financeiro, uma vez que movimentou no período de dois anos, mais de R$ 8 milhões com uma empresa de veículos de fachada.

“Essa operação de hoje é um desdobramento da prisão ocorrida no ano passado onde a DEPRE apreendeu cerca de 20 tabletes de cocaína. Então, a partir da evolução dessas investigações, ficou constatado que o indivíduo preso na data de hoje seria o patrão, o braço forte financeiro, utilizando-se de uma empresa de veículos de fachada e chegou a movimentar esse valor de mais de oito milhões de reais”, disse a delegada.

Com o alvo da operação foram apreendidas 20 munições de pistola nove milímetros. A arma não foi localizada. Foram aprendidos, ainda, dois carros, além de celulares e documentos.

A investigação da Depre apontou que o suspeito utilizava uma empresa de fachada para lavar o dinheiro apurado na comercialização do entorpecente. “A empresa de carros está registrada no endereço da casa da mãe do alvo da operação. Não existe empresa, não tem carros. É tudo de fachada”, explicou o delegado Thiago Silva.

O homem preso hoje já tem passagem pela polícia também pelo crime de tráfico de drogas. “A nossa investigação verificou que a movimentação financeira realizada por ele e, pela empresa a ele ligada, são incompatíveis com o patrimônio dele”, acrescentou  Thiago Silva.

Foto: Renato Andrade/Cidadeverde.com 

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, as equipes policiais utilizaram um cão farejador para localizar possíveis entorpecentes.

Fonte: Rebeca Lima e Adriana Magalhães/Cidade Verde

 

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