Wellington Dias e Assis Carvalho mantém neutralidade quanto a pré-candidatos a Prefeitura de Picos

O PT conta com dois pré-candidatos na cidade modelo.

O governador Wellington Dias (PT) passou pela cidade de Picos na manhã deste sábado, 21, para a inauguração da PI-125, que liga a Br-407 a Itainópolis. O Folha Atual esteve no aeroporto, ocasião em que indagado ao governador sobre as eleições municipais de 2020 aqui na cidade e qual nome apoia para o próximo pleito, se a pré-candidata Maria Santana ou o pré-candidato Francisco da Costa Araújo Filho, o Araujinho, ambos do PT. Ele mostrou neutralidade quanto as duas possibilidades, algo comum na sua postura em relação a eleições passadas.

“Vamos agora tratar com os partidos, pensando não na minha preferência pessoal, mas pensando sempre no melhor para o time, no melhor para a população”, comentou o governador.

Contudo, ele assegurou que terá uma atenção especial para as eleições no município de Picos, tendo em vista a importância econômica deste para o Piauí. “O que acontece em Picos ecoa em uma região muito grande, por isso vamos olhar com toda atenção”, declarou.

Wellington Dias afirmou que eleição de Picos terá atenção especial por parte dele

Já o deputado federal Assis Carvalho, presidente do PT no Piauí, também mostrou neutralidade nesse momento em relação aos dois nomes. Ele enalteceu o fato de o partido ter pré-candidatos fortes para pleitear as eleições de 2020. “A sigla ruim é aquela que não consegue montar um chapa, o PT aqui é o contrário, é um partido que tem muita força e tem toda condição de conduzir esse processo e fazer uma boa gestão”, comentou.

Deputado Assis Carvalho

Assis Carvalho disse acreditar que até meados de janeiro de 2020 será possível conhecer o nome que representará o partido no próximo pleito. “Temos um nome como o Araujinho, empresário bem sucedido, dialoga com todos os setores na cidade de Picos, e temos também a Maria Santana, pessoa que tem um papel fundamental na cidade”, declarou.

O deputado disse não ter uma preferência específica por um dos dois pré-candidatos no momento. “O meu papel não é de preferência, meu papel é de análise da conjuntura; gosto sempre de dizer que o presidente estadual não tem o direito de preferir A ou B, ele tem a obrigação de ouvir a sociedade: qual é o nome que tem condições de juntar mais aliados, que consegue mais apelo junto à sociedade? A realidade nos obriga a fazer uma análise conjuntural”, explicou.

Fonte: Folhaatual

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