Ceará vence Bolívar e termina rodada na liderança do Grupo C da Sul-Americana

O Ceará disparou na liderança do Grupo C da Copa Sul-Americana e encaminhou a classificação às oitavas de final, ao derrotar o Bolívar por 2 a 0, na noite desta quinta-feira, na Arena Castelão, pela quinta rodada. Os gols foram marcados por Lima e Vina.

Com o resultado, o Ceará chegou aos nove pontos, na primeira posição. O Arsenal, que bateu o Jorge Wilstermann, na quarta, por 2 a 1, é o segundo, com oito. O Bolívar é o terceiro, com seis. O Jorge Wilstermann fecha o grupo, com dois, sendo o único eliminado até o momento.

O primeiro tempo foi de um time só. Longe da altitude, o Bolívar sequer ameaçou o goleiro Richard, diferente do Ceará, que teve a posse de bola, criou, mas demorou para ser efetivo.

O meia Vina foi quem ditou o ritmo do jogo e colocou o goleiro Cordano para trabalhar. O arqueiro fez importantes defesas para impedir um placar elástico em favor do time brasileiro.

Além de Vina, Lima teve grande destaque no primeiro tempo e apareceu em diversas oportunidades como o elemento surpresa no setor ofensivo do Ceará. Em uma dessas chances, acabou abrindo o placar. Aos 43 minutos, Mendonza fez grande jogada e deixou para Vina, que ajeitou para Lima estufar as redes.

No segundo tempo, o Ceará continuou dominado, mas se acomodou e viu o Bolívar ameaçar. Aos 12 minutos, Saavedra recebeu belo passe, cortou a marcação e exigiu grande defesa do goleiro Richard. Do lado brasileiro, Vina continuou sendo o jogador mais ligado na partida.

Foi dele, inclusive, que saiu o segundo gol. Vina foi derrubado dentro da área, e o árbitro assinalou pênalti. Ele mesmo foi para a cobrança e marcou aos 38 minutos. Com uma bela vantagem, o Ceará se fechou, conteve os avanços do Bolívar e acabou confirmando três pontos importantes na Sul-Americana.

Na próxima rodada, o Ceará enfrenta o Jorge Wilstermann na quinta-feira, às 19h15, no estádio Félix Carpriles, na Bolívia. No mesmo dia e horário, o Bolívar desafia o Arsenal de Sarandí, no Julio Grondona, na Argentina.

Fonte: Estadão Conteúdo

 

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