Fluminense supera o Goiás com gols no fim e festeja 120 anos na cola do Palmeiras

O Fluminense iniciou os festejos de 120 anos a serem comemorados nesta quinta-feira com horas de antecedência.

Graças a dois gols nos minutos finais na Serrinha, em Goiânia, do artilheiro Cano e de Willian, o time carioca buscou o 3 a 2 sobre o Goiás na noite desta quarta-feira para subir na tabela do Brasileirão, ficar a dois pontos do líder Palmeiras, e chegar ao nono jogo de invencibilidade.

Depois de sair na frente ainda na primeira etapa, os cariocas permitiram a virada do Goiás, mas mostraram força para chegar a nova virada no confronto para festejar uma dura vitória fora de casa.

O time subiu para os 31 pontos, diante de 33 do líder Palmeiras, e dá mostras que está na luta pela taça.

Com metas distintas, Fluminense e Goiás pisaram no gramado da Serrinha com modificações. Para se afastar do perigo, os mandantes abriram mão do esquema com três zagueiros e apostavam nas estreias de Sávio na ala esquerda e em Luan Dias na armação. A dupla tinha recomendação de municiar os três atacantes.

Do outro lado, Fernando Diniz contava com os retornos de Nino na defesa (não encarou o São Paulo por causa de indisposição estomacal) e de Nonato (cumpriu suspensão), para buscar novo triunfo para encostar no topo da tabela.

Disposto a fazer sombra ao líder Palmeiras, o Fluminense iniciou o jogo em alta frequência e com menos de um minuto já exigiu milagre de Tadeu em cabeçada de Nino. O goleiro salvaria logo na sequência.

A resposta dos goianos veio com Pedro Raul e logo depois com pedido de pênalti após a bola bater na mão de Samuel Xavier. Tudo com menos de 10 minutos.

A trocação era intensa, simulando combate de boxe. O Goiás se defendia bem e sempre buscava contragolpear com seu trio ofensivo.

Enquanto o Fluminense apostava mais em trabalhar a bola com muitos passes e inversões de jogadas, os donos da casa investiam na velocidade e nas finalizações de fora da área.

Mas foi no improviso que o zero saiu do marcador. O zagueiro Nino saiu enfileirando marcadores e rolou para trás. Com toque de primeira, Ganso serviu Arias, que bateu sem chances para Tadeu.

No duelo de artilheiros, Cano parou no goleiro e Pedro Raul aproveitou o cruzamento de Sávio para cabecear e empatar o confronto antes do intervalo.

Satisfeito com o produzido por seus times nos primeiros 45 minutos, os técnicos optaram pela manutenção das escalações na volta para a etapa final, confiantes na busca do segundo gol e da vantagem no marcador.

Diferentemente da primeira etapa, contudo, a partida perdeu em emoção com as marcações se sobressaindo aos ataques. Os treinadores, então, partiram para as trocas. Foram cinco de uma vez. Pensando no gol,

Diniz resolveu investir em Natan enquanto Nicolas era aposta de Ventura.

O jogo cresceu com as modificações. Pedro Raul quase virou de imediato após as trocas. Fábio salvou. O Fluminense respondeu com Natan servindo Arias e a bola raspando.

A grande chance até então da etapa surgiu em jogada de duas apostas de Jair Ventura. Renato Júnior ganhou na velocidade de Felipe Melo, deixou o rival no chão, invadiu a área e rolou para Nicolas, sozinho, errar o alvo.

O atacante tampou o rosto de vergonha. Mas se redimiu três minutos depois ao acertar belo chute no ângulo.

O que poderia ser um drama para os cariocas, virou alegria apenas cinco minutos mais tarde, com dois gols em sequência.

De tanto insistir, enfim o time conseguiu furar a barreira defensiva goiana com jogadas que passaram pelos pés de Nathan.

Primeiro, o chute do meia sobrou para Cano empatar – fez seu 11º gol no Brasileirão. Depois ele serviu Willian que acertou belo chute para a festa tricolor.

Fonte: Estadão Conteúdo

 

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