Médicos, empresários e políticos discutem mau funcionamento do HRJL

A comissão irá visitar o governador em busca de atitudes

Na tarde desta terça-feira, 17, uma reunião organizada pelo Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí (SIMEPI) diretoria de Picos, discutiu o mau funcionamento do Hospital Regional Justino Luz, cobrando atitudes por parte do Governo do Estado.

O encontro conotou com a participação de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Comercial e Industrial da Grande Picos (Acinpi), dos vereadores Hugo Victor, José Luís, Evandro Paturi, Dalva Mocó, Wellington Dantas, Valdivia Santos, além do ex-vereador Chico de Chicá.

O deputado Nerinho (PTB), também participou do encontro, momento em que representou o deputado Pablo Santos, que não se encontra no Estado. O deputado Severo Eulálio, foi representado pelo vereador Hugo Victor.

De acordo com o presidente da diretoria do sindicato dos médicos de Picos, José Almeida, após a discussão algumas diretrizes foram tomadas no sentido de cobrar investimentos e melhorias para o HRJL, que atende a população de toda região.

“Faremos um documento assinado por todas as associações e prefeitos da macrorregião com as reinvindicações. Além disso, uma comitiva irá até o Governador em Teresina”, disse o médico.

Entre as diretrizes tomadas, ficou acertado que:

A Associação Comercial fará um levantamento de arrecadação do município de Picos, mostrando ser a segunda cidade que mais arrecada no Estado, mas não tem retorno do Estado na Saúde.

As entidades médicas farão um levantamento de especialidades que atendem em Picos, Parnaíba e Floriano. Mostrando que Picos é a que menos tem médicos por especialidade. E a que atende maior população no interior, referência para uma macrorregião de mais de 500 mil habitantes. Configurando-se como o segundo polo de Saúde do Estado.

Os deputados farão um levantamento dos repasses mensais do Estado aos municípios de Picos, Floriano e Parnaíba, para saber porque Picos recebe bem menos que as outras cidades, mesmo sendo o segundo polo de Saúde do Estado. Por isso, o hospital tem um grande déficit mensal, que torna o serviço de saúde precário.

 

Fonte: Picos40graus

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