Padre demitido por engravidar fiel é nomeado em subprefeitura

Um padre que foi desligado da Igreja Católica após ter engravidado uma fiel de uma paróquia em São Paulo foi nomeado para um cargo de uma subprefeitura da capital paulista. Marcos de Miranda, de 47 anos, perdeu oficialmente o estado clerical no último dia 26 de abril, quando foi avisado da decisão de um processo iniciado no Brasil e concluído em março deste ano no Vaticano.

A ida do padre para o trabalho no poder público ocorreu, porém, antes de ele ser desligado da Igreja. Em maio do ano passado, ou seja, quase um ano antes de ele ser comunicado de sua saída da Igreja Católica, Miranda foi nomeado chefe de gabinete da Subprefeitura do Jaçanã, Zona Norte de São Paulo, conforme publicado no Diário Oficial do Município.

A ida dele para a subprefeitura, segundo reportagem da revista Piauí, teria sido intermediada pelo vereador e radialista Eli Corrêa (União Brasil). O parlamentar, no entanto, negou qualquer interferência na nomeação e disse que sua relação com Miranda se dava por serem católicos.

Atualmente, de acordo com o Portal da Transparência da Prefeitura de São Paulo, o ex-padre faz jus a um salário bruto de R$ 23.088,06 como chefe de gabinete no órgão onde trabalha. Aplicados os descontos, o salário líquido de Miranda é de aproximadamente R$ 17,5 mil.

Parte desse salário, porém, vai para o filho de Miranda com a fiel Rosi Silva, o fato que resultou na saída do ex-sacerdote da igreja. Desde março de 2021, a 7ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo já havia determinado que o então padre pagasse pensão alimentícia à criança. Um exame de DNA feito em

Fonte: Paulo Moura/Pleno.News


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