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Sargento da PM, baleado em tentativa de assalto, morre após cinco dias internado no HUT

O policial havia sido atingido pelos disparos na última segunda-feira (9), e estava internado no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) desde o dia do ataque, onde passou por cirurgia e ficou em estado grave.

O sargento da Polícia Militar do Piauí, J. Oliveira, baleado durante uma tentativa de assalto no bairro Alto da Ressurreição, em Teresina, morreu neste sábado (14). O policial havia sido atingido por disparos na última segunda-feira (9) e estava internado no Hospital de Urgência de Teresina (HUT) desde o dia do ataque. Após ser submetido a uma cirurgia, o sargento permaneceu em estado grave, com ferimentos no ombro e no abdômen, em decorrência do confronto com os criminosos.

O caso aconteceu na segunda-feira (9), quando o sargento estava em frente a uma padaria no bairro Alto da Ressurreição. Ele estava abrindo o porta-malas de seu carro quando foi abordado por dois homens em uma motocicleta. Imagens de câmeras de segurança mostram um dos criminosos descendo da moto e iniciando uma luta corporal com o policial.

Em seguida, outros quatro suspeitos chegaram em um carro e se envolveram na ação. O sargento reagiu, sacou sua arma e disparou contra os criminosos. Durante a fuga, um dos assaltantes foi atingido pelos tiros e morreu no local. O sargento, no entanto, foi baleado e precisou ser socorrido imediatamente. Inicialmente levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ele foi transferido para o HUT.

A Polícia Civil iniciou as investigações e identificou sete pessoas envolvidas no crime, incluindo menores de idade. João Pedro da Silva, um dos suspeitos, foi preso logo após o ataque. O jovem se apresentou ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de sua advogada. Ele é apontado como o autor dos disparos que atingiram o sargento.

O delegado Bruno Ursulino, responsável pela investigação, confirmou que a ação do sargento foi legítima defesa, considerando as circunstâncias do ataque. As investigações seguem para reunir mais provas e fundamentar esta acusação. O delegado também mencionou que o suspeito tem passagem por porte ilegal de arma e que a equipe está consultando o Estado de São Paulo para verificar se há registros de outros crimes cometidos por ele na região, já que ele foi para lá alegando que estava trabalhando.

Fonte: Portal O Dia


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